| Correio endereçado este dia por
email para o senho Athur FRANCO, armador do ferry " PENTALINA B " Landerneau
le 8 mai 2010 Senhor, O senhor creu bem
fazer em escrever para à rédacção de um diàrio para defender o seu navio imobilizado
em Brest desde varios mês. Senhor FRANCO, deve saber que em França à imprensa
esta livre e por isso, ela informa …. Nesso caso preciso, isso podia permitir
que o seu " engenho flutuanto " Consertado regressa par o mar, bafouando as regras
minimas de segurança e socials existants. Senhor, na sua missiva,
você vai um poco forte quando você pretende que o seu navio esta nas normas e
que esta bom para transportes no Cabo Verde. Você escreve que o ceu pais o " Cabo
Verde " precise de navios, com certeza, mas não de " engenho flutuanto " que pode
pôr en perigo a vida dos marinheiros, dos passageiros e para o ambiente, aqui
esta o nosso ponto de discordancia. Para a associação " MOR GLAZ ", um navio que
não preencha as normas aqui, não os preencha em nenhuma parte.
A associação " MOR GLAZ " acha que à sua posição um poco justo, mas tambem infelizmento
tanto real quando você pretende que esse " navio " encheria as normas do CABO
VERDE " pequeno pais que não e rico ", os seus escritos devias atrair a atenção
das autoridades internacionals ….. Organisation Maritime Internationales (OMI),
Bureau International du Travail (BIT) Agence Européenne de Sécurité Maritime (AESM)
e otros Organismos internacionals. Nos não temos nada a seu encontro, mas não
podemos aceitar que o ceu ferry regressa para o mar se não preencha as normas
essencials a fim de afastar todos os riscos aqui e noutros sitios para os marinheiros,
passageiros, os bens e para o ambiente. Senhor, no domínio
do transporte marítimo as regras devem ser respeitadas imperativamente, tanto
para o dominio da qualidade do navio, que da formação dos marinheiros e dos estatutos
socials. Subi a bordo do seu navio acompanhado de uma interprete
portuguesa aderente da nossa associação. Falamos com os marinheiros e julgamos
da qualidade do navio. Durante 38 anos, navigamos com profissãos dificils ( granda
pesca e salvamento em mar) desde mais de 40 anos. Militamos para a segurança maritima
e uma vida social melhor para os mainheiros. Espero que o seu " engenho flutuanto
" nunca deixa o porto de Brest. Muitos marinheiros e passageiros desapareçam cada
anos, porque como vos, otros (etados de pavilhão, autoridades portuarios, sociedades
de classificaçãos, etc….) julga que os navios perigosos podem navigar notros pais
Menos atento e mais pobres. Senhor, a associação " MOR GLAZ
" pença que a solução para sair desta situação seria de vos dirigirse para Escocia
e a todos estes que venderam este navio que eles julgaram muito fraco para eles
e bom para vocês e seu pais, mas tambem para seu estado que registraram sem fazer
nemuma Pergunta. Senhor, você torna-se cumplice com otros
da délégação dos transportes maritimo dos pais pobres mas não so, você torna-se
cumplice das derivações sociais grave e da insegurança marítima e a concorrência
desleal. A nossa concepção de ajudar os países mais pobres não é aquela. A Administração
Marítima francesa decidiu imobilizar o vosso navio e apoiamos-o tanto que fará
esta escolha, se decidisse deixar partir o vosso " engenho flutuante consertado
" a mesma. Administração tornar-se-ia cúmplice de uma derivação grave.
Senhor, não se é nem os jornalistas, nem as associações e os sindicatos, nem os
controladores que puseram-vos nesta situação, mas são-se os que vos venderam "o
PENTALINA B" porque não queriam mais. Imobilizar o vosso navio é proteger a comunidade
marítimo toda. Aquando da vossa próxima passagem à Brest estamos
prontos para encontrá-los, mas em nenhum caso estar-nos -ão aos vossos lados para
ajudá-los a fazer instalar "o PENTALINA B" para "o Cabo Verde" se não preencher
as normas de segurança para o Homem e o ambiente. A solução para vocês seria retornar
este engenho na Escócia e que este país ele pusesse em estado.
Aceitem o Sr. Arthur FRANCO as nossas respeitosas considerações.
Pour l'association MOR GLAZ, le président Jean-Paul HELLEQUIN
Traduzido por Francisco VENTURA.
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